A história da União Planetária (UP) começa muito antes de sua inauguração em 1997. Um grupo de amigos e idealizadores de livre pensamento, de várias áreas distintas, reuniam-se para discutir política e espiritualidade, e, em uma dessas conversas, decidiram que era preciso agir. A OSC (Organização da Sociedade Civil) nasceu com uma vontade enorme de fazer o bem a partir da percepção de que a unidade da vida se completa com uma atitude amorosa e solidária. A UP iniciou suas atividades desenvolvendo e apoiando projetos sociais, educacionais e de comunicação no Brasil e no mundo, disseminando exemplos positivos e os resultados produzidos por quem acredita na evolução da humanidade através dos valores e do relacionamento saudável entre todos.

No ano de 2007, a OSC criou a TV SUPREN, que teve seu sinal distribuído para mais de 20 estados brasileiros, para realizar uma comunicação amorosa de mudança de paradigmas. SUPREN em esperanto indica o sentido “para cima”, “para o alto”, como UP em inglês.

Os meios de comunicação têm um papel fundamental na sociedade moderna, mas o fato é que há uma escassez de mensagens positivas. Atualmente, a TV SUPREN está 24 horas no ar no canal 2 da NET Brasília, 15 da NET em Goiânia, 15 e 17 da NET em Salvador, e no YouTuBE: TV SUPREN Brasília, levando uma programação só de boas notícias.

O jornal pioneiro e inovador em notícias positivas e não-violentas no Brasil – Notícias SUPREN – foi ao ar. De lá para cá segue divulgando e fomentando as boas notícias do nosso mundo. Já ganhamos inúmeros prêmios, dentre eles o 3º lugar geral no Prêmio ABRAF de Jornalismo; Finalista do Prêmio Abdias Nascimento de Igualdade Racial, categoria Televisão; e 1º Lugar no Prêmio Gandhi de Comunicação, categoria Internet.

E, em 2008, iniciou-se a implantação do Centro de Referência de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos para a Diversidade Religiosa, em Brasília, uma parceria entre a União Planetária e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Este centro de referência promoveu uma mobilização nacional. As reuniões em estados e municípios, em parceria com as comissões de direitos humanos dos legislativos estaduais e municipais, resultou na criação de diversos fóruns de diversidade religiosa. As visitas in loco também permitiram construir um panorama da gravidade da intolerância e da violência religiosa no país, especialmente para as religiões de matriz africana e as de menor representatividade numérica face à maioria cristã.

Em fevereiro de 2009, a União Planetária firmou parceria com as NAÇÕES UNIDAS, por meio do Departamento de Informação Pública – DPI, em Nova York, para a divulgação de questões relacionadas com mudanças climáticas e com os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio – ODM, estendendo a atuação da União Planetária para a América do Sul, por intermédio da TV SUPREN, a antiga TV União Planetária. A TV SUPREN passou a transmitir sua programação via satélite e o sinal alcançava a América do Sul. No fim deste mesmo ano, ela se tornou secretaria-executiva do Distrito Federal do Movimento Nacional de Cidadania e Solidariedade, que difundiu os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM) com o nome “Nós podemos DF”, conhecidos atualmente como Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Ainda em 2009, a UP celebrou, junto ao Ministério da Cultura, através de convênio, o “Pontão de Cultura TV SUPREN”, que promoveu o pontão de comunicação, convivência e paz, envolvendo a estrutura de produção e exibição da TV SUPREN com a difusão de práticas culturais ligadas aos objetivos para o desenvolvimento do milênio da ONU. Desenvolveu ações de formação de agentes de comunicação e cultura de paz em diferentes cidades do país. Foram mobilizados cerca de 150 jovens monitores culturais de cidadania e cultura de paz com programas exibidos na TV.

Com o crescimento da OSC e pelo trabalho desenvolvido, em 2010 foi qualificada pelo Ministério da Justiça e pela Secretaria de Estado de Planejamento e Orçamento do Distrito Federal como uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP).

Ainda em 2010, a instituição passou a oferecer aulas de Taichi Chuan à população de Brasília e entorno, de segunda a quinta-feira, no período matutino (7h da manhã), em sua Sede Cultural, no Lago Norte.

Em 2011, seu presidente e fundador, o advogada e humanista Ulisses Riedel, lançou o livro: “As causas da Miséria e sua Superação”, obra que apresenta um ousado projeto de ação sócio-político-pedagógica que, se colocado em prática, irá contribuir, efetivamente, para o processo de eliminação da miséria e da fome no Brasil.

No mesmo ano, a UP firmou parceria com a Empresa Baiana de Água e Saneamento – EMBASA, para intercâmbio de conhecimentos e a atuação conjunta na área de educação, comunicação e meio ambiente local e nacional. Ainda em 2011, criou o Rotary Club Brasília – União Planetária, com o objetivo de atuar na melhoria de vida da população do DF; e lançou o Movimento Brasil sem Pobreza, pautado no primeiro Objetivo do Milênio – erradicar a extrema pobreza e a fome. Cerca de 50 entidades compõem a mobilização.

Em 2012, a UP implantou o Centro de Referência em Direitos Humanos no DF, chamada “Casa de Direitos União Planetária”, que é fruto de uma parceria com a SDH/PR, através de convênio. O objetivo é mobilizar, em torno de uma unidade física baseada no desenho universal de acessibilidade, instituições governamentais, não governamentais e particulares com o objetivo de gerar conhecimento, propor políticas públicas e desenvolver ações de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos.

Ainda em 2012, a União Planetária reativou o Cine Supren, um espaço aberto a comunidade, com sessões gratuitas de filmes seguidas de diálogos; Firmou parceria com o Senado Federal, convênio que tem como objetivo a cessão de produtos técnicos, educativos, científicos e culturais; Assumiu a gestão da Bona Espero, uma instituição esperantista que acolheu e alfabetizou mais de 600 crianças em situação de risco social da região de Alto Paraíso, no Goiás; Implementou, por meio de parceria com a Fundação Banco do Brasil, a Estação Digital Varjão,  reconhecida pelo Ministério do Meio Ambiente como Sala Verde, com o objetivo de divulgar e estimular atividades de Educação Ambiental por meio da linguagem audiovisual além de atender à demanda das estruturas educadoras através de selecionado material multimídia, trabalhando a educação ambiental no despertar da sociedade para a participação nos processos de gestão ambiental local; Fundou o  Aktivisto Veg, grupo criado por jovens vegetarianos, com o objetivo de divulgar e difundir a prática do vegetarianismo; E, para concluir, passou a fazer parte do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social do DF, no qual participavam secretários de estados, universidades e representantes da sociedade civil do DF para tratar de melhorias para a cidade.

Em 2013, firmou as seguintes parcerias: Embaixada do Cazaquistão, para a divulgação da cultura, arte, espiritualidade e dos valores éticos do Brasil no Cazaquistão e do Cazaquistão no Brasil; Secretaria da Criança, com o objetivo de combater a miséria e apoiar as crianças e adolescentes em situação familiar difícil do ponto de vista econômico, social e efetivo; Defensoria Pública do DF, como o objetivo a viabilidade, estruturação, promoção, divulgação e oferta de educação em direitos, voltados para o atendimento ao projeto Conhecer Direito Online; e Universidade Católica, com o o objetivo a difusão e o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM), bem como o desenvolvimento de atividades no âmbito do Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade / Nós Podemos DF.

Já em 2014, reativou o Centro de Saberes. Os encontros, que aconteciam todas as segundas-feiras, tinham como objetivo levar uma nova pedagogia de valores para a sociedade, focando nas virtudes humanas. Além disso, firmou parceria com o Vídeo Data Base da China, para facilitar a compreensão do povo brasileiro acerca da China, e retomou a realização dos luaus mensais em sua Sede Cultural.

No mesmo ano, também em parceria com a SDH/PR, a OSCIP implementou o Núcleo de Enfrentamento a Violência contra à Pessoa Idosa, com o objetivo de acolher, promover, difundir os direitos do idoso. O núcleo, com sede fixa, realizou atendimentos jurídicos e psicossociais gratuitos.

E em 2015, a UP celebrou mais um convênio com a SDH, através do CONANDA, o “Ecoar: protagonismo em rede”, que tem como objetivo criar 10 núcleos de educomunicação embasados na Educação em Direitos Humanos com 100 adolescentes e jovens comunicadores e comunicadoras que multipliquem seus conhecimentos e repliquem os núcleos em suas comunidades no Distrito Federal. São dez oficinas que vão desde fotografia à produção de texto jornalístico ministrados em 9 escolas do DF e mais uma Unidade de Internação de jovens.

Além disso, criou, em parceria com a Universidade de Brasília, o Movimento 2022: O Brasil que Queremos, com o objetivo principal de sugerir e sinalizar caminhos possíveis para o fortalecimento, no Brasil, de uma sociedade humana honrada, livre, justa, fraterna, saudável, harmoniosa e feliz. Ainda em 2015 criou o Supren Babilado, com encontros culturais, realizados toda última sexta-feira de cada mês, para fortalecer a língua internacional esperanto.

A União Planetária vive e atua graças e, princialmente, aos seus voluntários, por isso, em 2017, como forma de disseminar sua mensagem e unir esforços em prol de um mundo melhor, ela iniciou formações de voluntariado no restaurante Villa Vegana, com o slogan “Seja um voluntário da União Planetária para transformar a si e o mundo.

Em 2018, por meio do Movimento Pedagogia das Virtudes, a UP iniciou o projeto Yoga nas escolas, na escola da 315 Sul, e, em 2019, ampliou para a escola da 708 Sul, iniciativa que consiste em levar, quinzenalmente, as virtudes através da prática do yoga para cerca de 200 crianças entre 6 e 10 anos, do 1º ao 4º ano. Além de trabalhar o exercício físico, a atividade deixa os alunos mais calmos e com maior facilidade de concentração, isso sem falar na melhora do desempenho escolar. O projeto conta com 20 voluntários.

A iniciativa, sem fins lucrativos, teve início no ano passado e a primeira escola a ter o projeto implementado foi a CEF Planalto da 314 Sul. “O mais interessante é que a yoga chega com uma parte de consciência corporal, da consciência do equilíbrio, da consciência do espaço, trabalha a respiração e tudo isso impacta no desenvolvimento do cérebro da criança e, consequentemente, no aprendizado também”, explica o coordenador do projeto, João Santoro.

Também em 2018, dentro do Movimento 2022: O Brasil que Queremos, promoveu nove audiências públicas no Senado Federal, na Comissão Senado do Futuro, sobre os seguintes temas: Energias Renováveis; Desenvolvimento da ciência e tecnologia no Brasil; Rumos da economia brasileira; Fronteiras na Educação; Políticas ambientais; Empreendedorismo; A Importância da Ética nas Relações Humanas; Políticas para a Primeira Infância; Qualidade de Vida nas Metrópoles; e Democratização dos meios de comunicação.

Ainda em 2018, o presidente Ulisses Riedel lançou o livro Ecologia Espiritual: Genealogia da Alma, obra que trata de reflexões sobre as bases e os marcos fundamentais, teóricos e práticos para o entendimento das causas da crise espiritual e moral da humanidade e a formulação de um planejamento estratégico, ancorado na espiritualidade, que permita a sua superação.

E, em 2019, Riedel lançou seu primeiro livro infanto-juvenil: Doce Rebelde – A história de todos nós, obra que traz imaginárias lembranças de um menino que centrou suas ações e pensamentos em tentar compreender o mundo, a si mesmo, e atuar, na idade adulta, por um planeta melhor para todos.