Centro de Saberes, núcleo de aprendizagem transversal

Centro de Saberes

CRDH/DF conhece Fábrica Social do DF

Em reunião com o Subsecretário de Integração das Ações Sociais, Célio Silva, pautaram sobre a atuação do projeto de desenvolvimento social


Ascom CRDH

10/04/2017 15:08 - Atualizado em 10/04/2017 15:51


Na última quinta-feira (06/07), a assistente social do Centro de Referência em Direitos Humanos do Distrito Federal (CRDH/DF), Nair Meneses, participou de uma reunião de articulação com o Subsecretário de Integração das Ações Sociais da Secretaria do Trabalho e do Empreendedorismo (Setrab), Célio Silva, e com a coordenadora da Fábrica Social, Andrea Ulhôa. Esse primeiro encontro teve como objetivo apresentar os dois projetos e oportunidades de cooperação entre as duas instituições.

Na reunião, foram repassadas as principais ações da Fábrica. A profissional do CRDH conheceu a sede do Centro de Capacitação Profissional e os trabalhos realizados em sua sede, na Cidade Estrutural, no Distrito Federal, que promovem a educação profissional mediante inclusão produtiva de cidadãs e cidadãos em situação de vulnerabilidade. Além disso, o projeto oferece oportunidades concretas de emprego formal e informal

Como parte da possível atividade conjunta, o CRDH propôs uma parceria para o oferecimento gratuito de atendimento psicossocial e assistência jurídica aos alunos dos cursos da Fábrica Social.

Além disso, a assistente social do Centro sugeriu que fossem realizadas rodas de conversa e terapias em grupo com vistas a contribuir com a formação dos alunos, com foco no protagonismo, inclusão cidadã e educação em direitos humanos.

 

Inclusão Social


A Fábrica Social possuí dois pólos designados Fábrica 1 e Fábrica 2, cujas estruturas são de amplo espaço e que comportam cursos distintos. Atualmente instalados na Cidade do Automóvel, próximos à cidade Estrutural, esses espaços nasceram da necessidade da cidade após a desativação do Lixão da Estrutural, que deixou centenas de catadores locais sem sua principal fonte de renda - a catação.

Segundo informações dos representantes da Fábrica Social, os cursos ensinam, por exemplo, a operar máquinas e confeccionar itens esportivos como bolas, redes, uniformes escolares e jogos educativos. Um dos cursos de maior destaque é o de costura industrial e instalação e manutenção de placas fotovoltaicas, o último contribuiu, inclusive, para a formação de uma cooperativa voltada ao segmento de energias renováveis. A idade mínima necessária para participar dos cursos é 16 anos. O projeto é destinado, sobretudo, a pessoas com deficiência, idosos e adolescentes em conflito com a lei.   


Comentários

Seu comentário foi enviado com sucesso, em breve será exibido.