11 out
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Organizações de Brasília se unem para refletir sobre desenvolvimento sustentável

Diversas instituições do Distrito Federal fazem um importante trabalho pelo desenvolvimento das comunidades locais. Para fortalecer ainda mais esses esforços nas áreas de combate à fome, educação, igualdade de gêneros, saúde, respeito ao meio ambiente, qualidade de vida, entre outras, o Núcleo Nós Podemos DF reuniu nessa quarta-feira (7/10) representantes de 12 organizações da sociedade civil no Seminário de Mobilização ODM/ODS, realizado no Espaço Chatô, da Fundação Assis Chateaubriand.

 

A abertura contou com a participação da oficial do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) Ieva Lazareviciute e do representante da Secretaria-Geral da Presidência da República Laurêncio Korbes. Durante o encontro, a secretária nacional de comunicação do Nós Podemos – Movimento Nacional pela Cidadania e Solidariedade, Mariana Borges, falou sobre a transição da agenda global dos objetivos de desenvolvimento do milênio (ODM) para os objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS).

 

Mariana apresentou ainda um estudo de caso sobre como os ODM vêm sendo trabalhados pela Fundação Assis Chateaubriand em quatro Centros Olímpicos e Paralímpicos do Distrito Federal, atingindo cerca de 10 mil pessoas, entre crianças, jovens, adultos e idosos. Entre as ações, foram criadas hortas comunitárias, jardins suspensos, concurso de receitas com reaproveitamento de alimentos, gincanas do conhecimento, feira para troca de livros, mobilização para doação de sangue, gincana pela economia de água e energia.

 

Danuse Queiroz, secretária executiva do Núcleo Nós Podemos DF, contou como é o trabalho da União Planetária, com um canal de televisão que mostra uma série de iniciativas do bem, e do Centro de Referência em Direitos Humanos, que atende uma parcela da população carente no DF.

 

Em seguida, os participantes se dividiram em duplas identificar como os projetos que já realizam se encaixam nos ODM e ODS. “Mostramos esses casos de sucesso para que pudessem perceber que, com pequenos gestos e sem muitos recursos, contribuem para a agenda global de desenvolvimento. O envolvimento de todos nessas causas é fundamental para garantir um futuro melhor para o nosso planeta. É preciso pensar global e agir localmente”, observou Mariana Borges.

 

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